Os Nomes Científicos São Escritos Em
Este artigo explica como escrever nomes científicos corretamente, com foco na norma que exige itálico em textos impressos e digitais. Ao final, você saberá aplicar as regras de forma consistente em artigos, apresentações e outros trabalhos.
Resumo dos principais pontos
- Nomes científicos (gênero e espécie) devem ser destacados em itálico na maioria dos estilos científicos.
- Apenas o gênero é capitalizado; o epiteto epitético permanece minúsculo.
- Em textos sem formatação itálico, usar sublinhado ou escrever entre aspas e indicar a abreviação "sp." ou "spp."
- Abreviações do autor e data são apresentadas após o nome, geralmente sem itálico.
- Regras podem variar ligeiramente entre ABNT, APA, Citar e outros guias, mas o princípio do itálico é comum.
O que são nomes científicos e por que a escrita importa
Os nomes científicos são sistemas padronizados que garantem clareza e universalidade na comunicação científica. Eles seguem regbinomiaisbinomiais binomiais, incluindo gênero e espécie. A forma como escrevemos esses nomes reflete a seriedade da disciplina e ajuda a evitar ambiguidades, especialmente quando trabalhamos com espécies que têm nomes populares semelhantes em diferentes regiões.
Como formatar nomes científicos na escrita acadêmica
A norma mais comum para cientistas, biólogos e profissionais de áreas afins é o uso de itálico para todo o binômio. Essa prática está alinhada com as diretrizes da ABNT e de grandes revistas especializadas. Quando o recurso de itálico não está disponível, recomenda-se sublinhar ou, em digitações rápidas, colocar entre aspas duplas com a indicação da classificação.
Regra básica de ouro
- Itálico para gênero e espécie.
- Inicial maiúscula apenas no gênero.
- Epíteto em minúsculo.
Passe a passo: como escrever nomes científicos corretamente
- Identifique o gênero e o epiteto epitético da espécie que está trabalhando.
- Escreva o gênero com a primeira letra em maiúsculo e itálico (ou sublinhado se for o caso).
- Escreva o epiteto em minúsculo, também em itálico (ou sublinhado).
- Adicione, se necessário, a abreviação do autor e o ano de publicação, geralmente sem itálico.
- Revise se o contexto exige menção à autoridade completa ou apenas ao binômio.
Ferramentas e requisitos para trabalhar com nomes científicos
- Processador de texto com recurso de itálico e sublinhado.
- Acesso a guias de estilo como ABNT, APA ou Citar para conferir regras específicas.
- Bases de dados ou dicionários especializados, como The Plant List, Catalogue of Life ou World Register of Marine Species.
- Planilhas ou softwares de referência bibliográfica que formatam nomes e citações automaticamente.
- Editora ou orientador para validar o estilo adotado na sua área específica.
Erros comuns e como evitá-los
Um dos deslizes frequentes é escrever o nome inteiro em maiúsculo, o que invalida a formatação científica. Outro problema comum é não usar itálico em textos impressos ou, pior, usar sublinhado em ambientes digitais sem necessidade. Também é errado repetir o gênero ou usar "sp." como se fosse parte do nome, quando na verdade indica apenas que a espécie não foi identificada. Para evitar equívocos, sempre consulte o guia de estilo da sua instituição ou área antes de finalizar o trabalho.
Perguntas frequentes
Os nomes científicos devem ser escritos em itálico sempre?
Sim, na maioria dos casos, especialmente em artigos, teses e trabalhos acadêmicos. Caso o recurso de itálico não esteja disponível, use sublinhado ou aspas duplas com a menção de que se trata de um binômio.
Como tratar a abreviação do autor no meio do texto?
A abreviação do sobrenome do autor geralmente aparece após o nome científico, precedida de vírgula e acompanhada do ano em parênteses. Normalmente, ela não é escrita em itálico, a menos que a orientação específica determine o contrário.

E quando há mais de uma espécie do mesmo gênero?
Use sp. para uma espécie não identificada e spp. para mais de uma espécie do mesmo gênero. Essas siglas não fazem parte do nome científico propriamente dito e, portanto, não são colocadas em itálico.
Existem exceções à regra do itálico?
Em alguns contextos, como manuais de campo ou produções não científicas, pode-se optar por escrever sem itálico, desde que se mantenha a clareza. Porém, em publicações técnicas e acadêmicas, a regra do itálico é praticamente universal.
Como citar corretamente em listas ou catálogos?
Em listas rápidas, pode-se usar apenas o gênero com inicial maiúscula e itálico, seguido de "sp.", sem repetir o epiteto. Isso mantém a precisão sem alongar demais a apresentação.

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